segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Os Jasmins da Lwena (26) porque só os brancos têm democracia e os outros povos tirania, mercadoria e especiaria?




Se o ser humano é tão imperfeito e mestre na crueldade, como pode Deus ser perfeito? E com tanta avidez por um pedacito de terreno, em Luanda não haverá espaço para cemitérios, os mortos serão incinerados?

Mais tarde aprendemos que não há entendimento porque não respeitámos o coração divino (dizem). As amarguras, traições, ódios, desgraça, infelicidades, maldades e a hipocrisia. Podridões de sociedades e ascensões de ditadores de destruição rápida. Não me demonstrem o labirinto da felicidade. E fico muito grata por tudo o que não me ensinaram.
Escrever é comunicar o que não pode ser dito, não interessa aos governantes nem um pouco se estamos vivos ou mortos. O importante é viajarmos e conhecermos o tempo da vivência neste circo democrático, na feira do devo e não pago, e assim se enriquece. Viver para morrer, viver para roubar sem exaustão, na espera da morte, porque é a ilusão da vida. Por vezes consigo passar para outra dimensão. E lá não vejo as coisas como eram, mas como são.
Nasci na África triste, ou triste africana. Evito encontrar-me, fujo de mim, durmo sem sonhar, até os pesadelos me abandonaram. Sonho de olhos abertos e vejo milhares de naus. Multidões nas praias que me perseguem e escondo-me no que resta da civilização. Tento suavemente sentir a sensação desta profunda escuridão, depois das dramáticas batalhas de cada minuto para não encurtar a minha vida. Nos muitos anos das negociatas da guerra, porque os desígnios da minha existência paradoxal nunca serão lembrados. No beiral areal, real lixeira de corpos desumanos, fico como os palhaços, rio, faço rir, dentro de mim estou triste. Rio para esconder a minha tristeza, tenho o direito ancestral da imposição de ficar calada. Os dias antecedem-me na bruma das noites. Negra escuridão dos tempos perdidos jamais recuperados. Receio que tenha de partir para longe já que aqui não vejo ninguém por perto.
Revolução de contínuos descontinuada. Na apanha da bebedeira ficam três dias a dormir, alguns não acordam. Era o colonialismo, a seguir vieram descolonizadores, depois o neocolonialismo. Que será o que se segue?! Na África Negra, berço e túmulo da desumanidade. E a escória angolana e internacional prossegue na espoliação impune populacional, sempre com apoio Ocidental.
Não sei o que é democracia, alguém me pode ensinar? Talvez o Ocidente ou o Oriente. Não! Só o Ocidente, o único que entende, que até dá cursos de democracia e de demagogia. Por vezes confundo-me tanto: mas, porque só os brancos têm democracia e os outros povos tirania, mercadoria e especiaria? Comovem-me, tão potentes ardentes nas suas convicções. Acredito que me vão deixar morrer na casa deles, na Europa. Considero que isto é mais contratos de papéis sem valor, e um grande atentado à vida dos direitos humanos (?). Tudo não passa de papéis no lixo da História.
Sou digna, luto pelos meus direitos, pela minha Liberdade! O mundo não é livre, é reservatório de cães, abandona-me como um cão. O mundo é um cão. Deixo o meu último apelo às árvores, montanhas, florestas, rios e tempestades. Que se unam e vos derrubem Mas, porque esta revolta demora?!
Assim decerto falou Aminetu Haidar.
Olho para o cimo e vejo mais alto um céu, uma montanha que todos os dias quero alcançar. Depois sinto que ainda não sou capaz, quando o serei? Falta-me o equilíbrio, a harmonia da tolerância e uma infinidade de carinhos. Como procurar a equidade nos seres humanos e dificilmente a encontrar. Perversos na noite negra, cada vez mais distorcida. Saio do subdesenvolvimento construindo estádios de futebol. Um país faz-se com livros, com futebóis não.
Um país de futebolistas, cheio de pés, vazio de cabeças. A bola é redonda, as mentes quadradas, obtusas. Encostam muralhas no meu cérebro para bloquear as suas funções. Injectam-me informação contrariada, partidarizada para que me mova ao contrário.
As explosões das granadas musicais, das festas, farras da surdez neurónica e patológica. Ah! Idiotas de mentes fechadas, que nunca se abrem. A feitiçaria expande-se, impõe-se, comanda, é outro treino noutro reino. Carreguei e descarreguei muito sal para a Europa e muita liberdade para alguns, mas pouca, insignificante para nenhuns. Que chegou dos russos e cubanos comunismo para mais alguns anos, agora rastreados pela nossa FAMÍLIA e portugueses, brasileiros e chineses.
Os jasmins são um conjunto de pensamentos, várias harmonias perfumadas de futuro. São ruas perdidas pelo equilíbrio do nosso desentendimento. Sem equilíbrio não alcançamos o nosso ámen. Quando olho para os jasmins recordo a virgindade dos campos, da terra livre e apaziguadora que me espoliam debaixo dos pés. Seguindo a lei da sobrevivência, lembrei-me, sou predadora. Antes chamavam-me meu lindo serafim. Os meus piores inimigos são os que me governam.
Nesta parcela do Continente Negro, o colonialismo e a escravidão continuam na cor diferente. O inferno da maldade dos homens é igual. A cor mudou, os colonialistas não. Receio andar nas ruas, a minha Angola criminaliza-me, pratico a minha autodestruição. Viciei-me no atirar baldes de águas contaminadas ao esmo das ruas. Aproxima-se o Natal das noites tenebrosas, dos dias sem esperança. Das famílias, das mães longe dos seus filhos órfãos. Enviados para os céus bíblicos pelo dilúvio das armas depois silenciosas (?), que tentam disparar amor e paz. Na tentação dos pais que perdoem aos seus filhos, das promessas presentes aos corações solitários. Ainda não conquistados em encontros inesperados, das névoas das cacimbas das minhas lágrimas, que hei-de transformar em rio para que mais este Natal não fique seco.
E como o melhor que temos, sabemos, é continuar, destruir, só nos resta o arrasar, o desabar das nossas ruínas mentais. Oiço todos os dias a alienação da governação: «O nosso petróleo e diamantes!» Lutámos contra o colonialismo Ocidental, agora lutamos contra o colonialismo Angolano. Repito-lhes! Não matem porque também serão mortos! Na igreja sem maná rogaram-me para oferecer-lhes um carro de passageiros, que depois Deus dar-me-ia tudo.
Eles para beberem, elas para despirem e vestirem. Encostei a minha formosura no ombro da suave árvore, como um viajante muito cansado transpirando o africano calor do ardente opressor. Deitei-me olhando o céu, adormeci e acordei antes da lua se despedir. O meu país ficou independente, antes vivia com um branco, depois casámos, só os nomes que me chamaram!
Quando o pensamento é incómodo, as portas da censura e do racismo abrem-se. Atirámos os livros para o lixo alegando que estavam serviçais do imperialismo e do capitalismo, não serviam o comunismo. Andámos, andámos e não parámos, tentámos a alfabetização, caímos na solidão. Sou algures no país do nenhures. Dizem-me que sou como as moscas a sobreviver, como os restos da comida que me enviam. Sou o povo que votou na continuação, no esquecimento da escravidão. Não sei nem posso adivinhar. A minha deusa não desperta do espelho sem imagem. Não voltarei a escutar a sua voz profundamente algemada na margem do capim verde, do rio com peixe petroleado, e também na superfície da água do mar.
As ruínas dos confrontos militares eram aos milhares. Lutamos para erguer, reconstruir, prosseguimos sem conseguir. Perdemo-nos no tempo das ideologias e chumbámos nos exames das democracias. Não são lendas urbanas, é a realidade do real sacana. A vida só tem sentido se a conseguirmos viver. Faltam-me beijos no meu ventre e nos meus seios na calada das noites agitadas.
Aspirei a ser culta e boa profissional. Queria viver em paz, não é política… é um facto. Nestes tempos camuflados observo um grande mérito: a mentira da harmonia racial, económica e social. O extermínio do povo da Nação Angola, desta Nação. Vieram de tão longe, passaram por aqui e aqui ficaram. Quando deixar de viver espero oferecer algo. Que a minha estadia não foi em vão, foi alegria deixar a minha gratidão. Nesta Angola os que lutam pela sobrevivência sucumbem. Os que governam permanecem, os mortos vão aumentando… nunca diminuem geneticamente invulgares.
Tantos tempos perdidos na busca de Deus, e Ele está no nosso cérebro, no pensamento, na nossa mente. Arrasto-me em três dimensões: Ser, estar, ficar. E em três universos paralelos: Império, poder, miséria. A História é a inspiração dos idiotas ao poder, ou as multidões de esfomeados que aspiram a comer. Quando as democracias não funcionam os extremos atacam e tomam o poder. Vêem-se muitos carros com enfeites, o do poder é um deles. Nunca vi tantos idiotas no poder.
A chuva já chegou a Benguela, vai chover no Huambo. As crianças vão brincar muitas vezes nos lagos da chuva, serão marinheiros a navegarem sem vida.               
Tentei mergulhar no abismo da noite, dos quase cinquenta anos de poder. E vi Angola assolada de cadáveres da orgíaca ditadura. Restava a suavidade longínqua da música. Quanto mais me aproximava mais ela se afastava. A música como mulher virgem aprendendo os caminhos sem amor.
A suave borboleta efémera abriu as suas asas, voou, poisou no monitor do computador. Abriu para sempre as suas asas coladas nas mãos do Programador do Universo. O sol como uma gigantesca cortina afastada entrou de rompante na cidade. As plantas suplicaram-lhe mais água. Preocupou, acalorou, debalde nas cabeças em indianas filas, baldes vazios, suplicantes no gotejar despótico das guardas especiais e presidenciais antes do próximo cacimbo.
O sal valia o meu peso em ouro. O rei do Gana enriqueceu-se como os actuais por causa do ouro dele. Estes são reais e marginais que enriquecem o petróleo.
Conquistaram-me na primeira aventura europeia. Inauguraram o tráfico de escravos, ouro, marfim. Eram armazéns flutuantes, com escravos do Senegal e Guiné, e depois no Golfo da Guiné. Cobre, pano e armas da Europa. O rei do Congo deixou-se levar pelo Cristianismo, e as cobras e os camaleões ignoraram os meus feitiços. O silêncio nocturno invade a cidade com nuvens de tiros antes da tempestade. Aqui e ali pressentem-se estrondos. A violência do silêncio invadiu a cidade. Num recanto da clínica, a filha lutava com a vida da mãe. A filha com a vida nas mãos, a mãe deitada nas mãos da vida. A lida lutava escarpada nas mãos, feita clamor, intentos tardios filiais. A mãe parecia, perecia uma beleza do eterno. A cidade secou-se e locupletou-se de pó amarelo moribundo acastanhado, igual aos corruptos e especuladores estupores, aos espantalhos imobiliários. A chuva chegou, trouxe muitos baldes e vassouras, choveu muita limpeza. Renasceu a esperança verde do formigar das pessoas com e sem destino, repintando o quadro milenar desta divina fome.
Imagem: Facebook


domingo, 2 de setembro de 2012

A selva eleitoral terminou, e nada mudou, excepto o nosso futuro que perigou, expirou.




Depois o habitual silêncio do repouso dos animais, excepto alguns muto barulhentos, esses das festas do Poder da selva que estão à vontade para o não cumprimento da Lei, porque isto por estas paragens, são ainda miragens.
São cerca de vinte e duas horas de um sábado sem notícias, tirando a desinformação da ditadura radical que nos mostra as maravilhas dos nossos Zés, que vivemos num paraíso importado. Os seguranças estão muito tristes, é o habitual na selva desigual. Mas hoje estão muito deprimidos e um deles como porta-voz desvenda o futuro impuro: «Mas eu estava convencido que era outro que ganharia as eleições, agora com este, sempre o mesmo, continuaremos com os mesmos salários baixos e que mesmo assim nos pagam de vez em quando. Oh! Vamos continuar, a nossa miséria vai aumentar, vai sobrar.»
E os chineses estão muito contentes. Logo no depois do clarear deste domingo reiniciaram a sua actividade violenta, barulhenta, agressiva ao ambiente e humano poluente. Estão imensamente felizes, seguros porque podem exercer as suas actividades ilegais sem que ninguém os perturbe, porque a fraude protege-os nesta selva eleitoral.
Está tudo a postos para o célere regresso à espoliação, à escravidão. Do roubo das terras e terrenos. Da contrafacção e exportação dos desempregados, desgraçados chineses e vietnamitas. E das suas obras que se desfazem porque o cimento é pó vulgar, tudo para nos aldrabar. Angola já é por vontade própria uma máfia chinesa. Da invasão portuguesa em troca das transferências para bancos portugueses que dentro em breve também serão corrompidos, já estão, muito dinheiro do petróleo no paraíso da selva monetária portuguesa.
Dos brasileiros na construção de barragens e outras obras que quando chove se descobre serem obras descartáveis. Dos russos que extraem diamantes e outras máfias. A comunidade internacional está desde já convidada para o grande saque de Angola e das suas populações. O desemprego do mwangolé será total e completo. Muita polícia de intervenção rápida, cavalos, cães polícias e o exército de armamento continuarão sempre em prontidão combativa no país que finalmente alterou o seu nome para, República da Selva de Angola.

sábado, 1 de setembro de 2012

Não há países pobres. Há é governantes idiotas que nunca saberão o que é governar.




E nesta outra fraude eleitoral está a salvação da miséria do trabalhador chinês, do português, e de toda a malvadez.
Do mwangolé nem vale a pena falar.
E esta fraude da governação do tempo usurpado repete diariamente que a miséria do povo está a diminuir, ou que vai acabar já. No terreno, só quem não quer ver, a miséria é galopante, imparável. Não são as palavras que nos satisfazem, mas as acções que não se praticam porque a incompetência há muito que nos comanda.
Os poetas, escritores quase nenhum, dá muito trabalho, pastar, defraudar na poesia é muito fácil. Há um maremoto de poetas por aqui, de poesia palaciana, mundana, se fundaram, finaram, há quase quatro dezenas de anos injustificados. Poetas da realeza sem nobreza. Poetas servis do vil Poder. Poetas manchados de almas maculadas da poesia e escritos para os príncipes no poder, sem valor, sem conteúdo, de obras que a fogueira da história riscará, apagará. Poesia premiada nos pódios da miséria conquistada, à população outorgada. Sempre os mesmos com tudo e mais ninguém sem nada. Este reino é obra de poetas. Estes poetas veneram a idiotice do Poder, preparam-lhe o cadafalso. Poetas que cantam os feitos do regime, em ver tudo desfeito.
Os palácios do Poder infestam-se de poetas. E as suas masmorras incham-se de presos sem liberdade de expressão. E nas ruas ouvem-se as ameaças dos canhões.

Eis-nos ancorados, desembarcados do navio deste tempo corrompido, ao sabor do deus-dará, submetido. E os feitos instituídos e as estátuas da miséria saúdam-no. Como as amantes do amor corrompido, vivem às escondidas, e esquivam-se como os ratos, que se refugiam nos esgotos da vida.
E nas muralhas do Poder/feder assomam, refugiam-se reis, príncipes e sobras da nobreza, do que resta do Poder naufragado. Há muitos e muitos anos que vivemos das brincadeiras de mau gosto.
Um membro do comité de especialidade dos poetas/escritores/jornalistas/empresários/deputados, inflamou a opinião pública, como é de seu direito, ao defender as células revolucionárias das colmeias partidárias. Os negócios do reino correm-lhes, movem-se sempre de feição.
As maratonas imorais e insociais originaram as facadas das desavenças amorosas. Tudo se resolve, tudo depende das facadas. E a seguir, que mais o cume da miséria nos bafejará? Nada melhor, tudo pior com certeza será.
A miséria move-se nos sub-reptícios corredores do Poder, nos projectos da nova vida tumular, na corrupção e na inspiração dos nossos poetas dos paços reais. Honestamente falando: como é que estes malvados parnasianos conseguem louvar os feitos do Poder dos punhais insalubres, desbotados, nos rios de correntes secas na devassidão da opressão, na chinesa poluição da angolana aquisição.
Num ambiente prenhe de dúvidas eleitorais e omissões, prenuncia-se que nada de bom irá suceder. O Poder reforça as muralhas da opressão nos grilhões de ferro e algemas da escravidão. Sim! O poder não serve, serve-se.

É o analfabetismo ímpar que o Poder forçou e segue no mesmo batucar. Exterminou a identidade cultural angolana, e a da população está em curso. Reduziu-a ao zero, a um Zé-ninguém. E nos discursos oficiais ou não, os representantes dos agora eleitos de Deus na Terra, os governantes do Poder fraudulento sentem-se orgulhosos, extremamente felizes por tal feito.

Não são os prédios, as torres, os condomínios, os estádios mal concebidos e as fissuras chinesas mal erigidos pelo Poder e seus asseclas batuqueiros que lhes retiram o estatuto de mais um estado falhado.
Nesta conjuntura de zorra total, os honestos amealham para construírem casebres. E as matilhas de cães ferozes nacionais e internacionais afastam-se dos seus palácios inseguros rodeados de seguranças. E destroem, fazem voltar ao pó a pobreza a que condenam o povo, agora mais do que nunca pária, estrangeiro.

Se antes já era impossível viver com o partido corrupto, e agora? Será quotidianamente catastrófico.




Ninguém viverá em paz na sua casa porque a multidão de bófias vigiará e denunciará como nos tempos gloriosos do marxismo-leninismo. Tempos que ainda não acabaram e com a fraude eleitoral se reforçaram.
A fraude eleitoral não foi praticada contra os partidos políticos, mas contra todo o povo angolano.
São tantas, tantas as igrejas fraudulentas que se instalaram em Angola, e continuam, cada uma com a sua estúpida doutrina. E qual é a religião do mwangolé? A feitiçaria?
E como vencedores das eleições não permitiremos manifestações, porque isso promove a arruaça e a destruição dos nossos bens democráticos. É isso mesmo, conseguimo-los com muito esforço e suor dos nossos corpos. Aos democratas nem um palmo da nossa ditadura.

A minoria do Poder deste petróleo
mata-nos, fá-lo violento
nadam na podridão da riqueza
este Poder é muito virulento

Este petróleo é muito traiçoeiro
só alimenta corruptos
este petróleo é muito fraudulento
de um reduzido grupo, os dissolutos

Este petróleo sabe, cheira a morte
este petróleo só sabe matar
petróleo do falsário poder
de eleições nos defraudar

Cuidado! Votem na paz e na democracia!

Agora já sei porque existem guerras. Porque os seres humanos estão divididos entre duas classes: os corruptos e os honestos. Já nascem assim, e enquanto os corruptos não forem geneticamente modificados à nascença, a guerra e a destruição da Humanidade prosseguirá. Os corruptos, tarados mentais, estão no poder, isso significa que teremos mais guerras.

A continuação dos nossos novos-ricos outra vez vencedores da corrupção.
Acho muita piada a alguns mwangolés. Fazem obras nos seus apartamentos, isto é, destroem os apartamentos debaixo, dos vizinhos, e metem os seus na renda sob pena de desabamento. Depois de receberem um ano do aluguer desprezam os vizinhos porque já são pessoas ricas e poderosas. Mas também é verdade que entram na desgraça, porque o dinheiro desaparece-lhes nas amantes e na bebida. Todos os dias bêbados, doentes, defuntos.

Os chineses vendem-nos computadores e bugigangas, os portugueses e brasileiros também nos vendem tudo. E os mwangolés vendem o quê? Os ratos e as sobras das eleições fraudulentas.

Estas eleições não têm valor nenhum, porque foram queimadas pelos ratos do esgoto comunista.


E estas eleições foram mais uma vez livres, justas e transparentes, como mandam as boas regras da corrupção. Nunca tão poucos f…… tantos.
Instituir eleições fraudulentas equivale a uma proclamação de guerra.
E o apoio divino das igrejas fazem do Senhor um deus tribalista.
Toda a escória do Mal mundial aqui se juntou, e o demónio implantou.
É necessário que os ratos não façam morada na merda que produzem. É que trazem a Peste à democracia.
E quando os ratos nos invadem, nada lhes escapa.
Os ratos são o terror, o fedor da democracia. E trazem-nos muitas epidemias, a mais mortífera delas é a Peste Negra que dizima os democratas, e claro, a democracia.
Portanto, activemos a palavra de ordem, VAMOS CAÇAR RATOS! Para que os esgotos funcionem, se limpem, para que haja saneamento democrático.

É de louvar o papel das igrejas nesta confrontação entre o demónio religioso e a pureza democrática. Sacerdotes heréticos que mais não são do que vulgares inquisidores ao serviço da fogueira inquisição. Rudes, vulgares feiticeiros da corrupção que não têm o direito de conviver com pessoas sãs. Também são ratos, e restam-nos colocar-lhes ratoeiras armadas com isca, o que é muito fácil, algo que eles logo nelas fiquem presos. Inúteis que proclamam o MAL, a discórdia e a corrupção, promovem um Deus corrupto.
E há muita, muita corrupção, há falsa religião, tal como eleições fraudulentas.
Estes demoníacos religiosos pregam-nos a fraude, incendeiam o país. Como é possível viverem no lodaçal da corrupção que abençoaram? O Inferno mora ao vosso lado, e dele não escapareis.
Estes feiticeiros religiosos trazem-nos mais guerra, mais destruição.

Sacerdote: não corromperás o santo nome de Deus em vão.

E Angola escorregou definitivamente no clube dos corruptos. Mais uma vitória, uma conquista do nosso grande Anunciador. De tal modo que a seguir se organizará o campeonato mundial da fraude eleitoral e da corrupção. E a taça ser-lhe-á entregue pelo Deus dos corruptos.
E a Igreja e as igrejas cantarão hinos de louvor em honra do nosso deus e também nosso senhor.