quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Quando a alguém lhe falta inteligência salta-lhe logo a violência





República das torturas, das milícias e das demolições
Diário da cidade dos leilões de escravos
29 de Outubro
A governação à africana presenteou-nos com mais um corte no exíguo orçamento da energia eléctrica. Assim, fomos abandonados às 10.39 e recuperados às 11.36 horas.
Enquanto os partidos políticos da oposição persistirem na campanha de desestabilizar o partido Minoritário – não o deixam pensar, desviam-lhe as atenções para a corrupção – teremos a luz aos trambolhões, o que para nós povo (?) ainda é um merecedor luxo.
Há que incentivar a população conforme o conceito leninista de que cada cidadão é e deve sentir-se necessariamente um comprador do seu gerador. Nem só de petróleo e diamantes vive esta república de geradores. Amigo leitor, incentive a poluição e morra canceroso mais a sua família e amigos. Está à espera de quê? Vá já comprar o seu gerador.
Viver, liberdade, é a nossa luta constante contra corruptos, mafiosos, desonestos, demagogos e fanáticos religiosos. 
Enquanto as chefias africanas continuarem a dirigir os seus países como chefes de tribo, não se despirem do tribalismo, a África não terá sucesso – nunca será colorida, pelo contrário, muito esmorecida – apenas retrocesso.
E a corrupção vira-se contra os corruptos.
Deus escreve por linhas tortas, e os corruptos também.
Quando as ideias se colam no nosso cérebro e não se reflectem na prática, não têm nenhum valor. São a modorra do exercício intelectual, passatempo dos abundantes programas dos políticos e religiosos, televisivos e radiofónicos.
Quando os corruptos estão no poder, decretam que a corrupção é legal e tudo o mais é ilegal, incluindo uma falsa democracia com partidos políticos que se deixam adormecer como ovelhas na presença do lobo mau. E quem declarar que esse poder tem que ser fiscalizado, logo surge o decreto das masmorras. Pois, onde a democracia se canta com armas, os intelectos democratas tornam-se ilegais, militantes da luta clandestina.
E mais outro… apagão das 14.15 às 15.05 horas
Estou a construir uma jangada para navegar, rumar a Lampeduza, a ilha da salvação. Se quiserem aproveitar, tenho lugares disponíveis. A viagem será muito perigosa.
Bastou um pouco de chuva e esta cidade ficou arrasada. E quando chover um, dois, três dias como em muitos países?
A luz foi-se às 21.36, pouco depois despediu-se novamente às 23.18 horas, não se sabendo quando voltará. Será que nunca? Os fundamentalistas tudo fazem para que não tenhamos energia eléctrica.
30 de Outubro
A maldita luz chegou às 22.59 horas.
Consultei o meu saldo no multicaixa e vi que a empresa com que trabalho já creditou o meu salário. Mas o meu cartão multicaixa – essa invenção que desgraça a vida dos angolanos – está caducado. Então, vou para a baixa de Luanda – porquê tudo concentrado na baixa de Luanda como no tempo colonial? – Dirijo-me à entidade bancária que trata desses assuntos e lá recebo um Pólo Norte – será que esses dirigentes bancários são pinguins? «Não temos cartões!» Gelou-me um deles. E agora, como recebo o meu salário? Ninguém me deu atenção porque os pinguins mergulharam no gelo, no seu passatempo preferido. Ainda gritei mas em vão: «Ó pulhas! Então não sabem que o salário é sagrado? Que não se deve brincar com isso?» Este abismo bancário é fácil de desvendar: para justificar a avalanche de portugueses e os esquemas da nomenclatura que exercem sobre o sistema bancário para efectuarem as suas transferências para o exterior, usam duas contas: a sem sistema e a sem cartões. A banca está dominada pelos portugueses, o PR JES disse que anualmente transferem para Portugal milhões e milhões de dólares, como se a banca esteja apenas ao serviço de portugueses. Contra os crimes políticos aplica-se logo a lei dos crimes contra a segurança do Estado e contra os crimes de natureza económica nada se faz sentir. Como é que querem que acredite no Governo que há muito nos desgoverna? Depois surpreendem-se com as posturas de levantamento popular, de revolução, de incitação à violência, pois se este governar é para ninguém descansar, nem ao menos cochilar. E assim vai a nossa vida: portugueses nos bancos ao seu exclusivo serviço – como podem ser quaisquer outros estrangeiros – e chineses que serram ferros e martelam pequenas chapas dia e noite como na Idade da Pedra, as endireitam e enviam para a China, pois daqui tudo sai e nada entra, excepto a miséria internacional e a escravidão. Angola é a capital mundial dos serventuários do crime.
Será que os chineses também vão comer mwangolés como se fossem cães e gatos? Pouco falta, não é?
31 de Outubro
E Deus vagueia no espírito do homem que o inventou.
Pelo contínuo barulho aterrador das sirenes que todos os dias invadem Luanda – já lá vão muitos anos - não tenho dúvidas nenhumas de que Luanda está, continua em guerra.
02.14 horas. Ouve-se o grito de sofrimento, de tortura, forte e prolongado de uma mãe, acompanhado dos choros de medo de crianças. O que se passa? É o habitual. O marido – muito naturalmente em estado de embriaguez, esta sociedade está bêbada, drogada – dá-lhe de presente uma selvática surra para lhe provar que é um forte macho e que a razão do seu viver está na surra que dá nas indefesas, na carne para machão. E como batem até matar, ela não deve escapar. É mais uma mártir ao serviço desta infindável, infernal revolução leninista. E como já não há ninguém que escuta a voz destas moribundas é bater até desfazer. Ó pobres corpos que nasceram, e precocemente morreram. No Governo não há ninguém que tenha compaixão? É só corrupção?
Deus é o mais perigoso, letal invento que o homem inventou?
Num país a desabar, tudo o que se constrói, desaba.
01 de Novembro
Tipicamente português: os portugueses vão chegando do êxodo, sobem as escadas do prédio, passam pelos e pelas vizinhas mwangolés, não cumprimentam, olham para baixo a fingir que não há ninguém pelo caminho, como se tivessem viseiras nos lados dos olhos como os burros. Pobre gente de baixa índole ainda com o complexo do colonizador.
Mais um prémio de jornalismo deles e sempre para eles. É o jornalismo da corte. Por exemplo: a Rádio Ecclesia tem bons jornalistas.
02 de Novembro
África, o continente dos tiros.
Em Roma sê romano, em Angola atirador.
A África é um reino, onde os seus súbditos andam sempre aos tiros, o tal, a raça acaba com a raça? Um futuro demente como chumbo que faz com que o africano se volatilize. Já está cansativo e repetitivo. É péssimo quando uma pessoa deixa de acreditar na governação africana porque é tiroteio por todo o lado, enxameado. O investimento retrai-se, chegam as aves de rapina, e é o adeus.
Os nossos camicases nos carros deles: Isso está a generalizar-se, porque aqui na rua das sirenes vi um de arrepiar, acelerou, eram cerca das 22.30 horas, e como um míssil voou sobre o cruzamento e prosseguiu viagem rumo ao inferno. Isto está de meter as mãos na cabeça. Pode-se dizer que não dá para viver, apesar dos estrangeiros garantirem que isto é bom e do melhor, porque transferem o nosso kumbu para os países deles.
Cemitério do Alto das Cruzes, Luanda, dia de finados: um senhor tocou na campa do seu defunto familiar, de repente sai de lá um bruto enxame de abelhas que começam a atacar tudo o que é pessoa, que espavoridas abandonam o cemitério. Os bombeiros foram chamados para intervirem.
De arrepiar, sete horas da manhã: vejo dois carros parados quase no meio da estrada com a música a berrar o mais alto possível. Saem jovens, eles e elas, bem embriagados. Dois jovens dançam em pose sensual para as suas namoradas, elas fogem-lhes, não lhes prestam atenção. Claro que saíram de alguma festa – tudo serve de pretexto para festejar – depois arrancam nos seus carros em alta velocidade de exibição alcoólica. Sem dormirem, embriagados, será que chegarão vivos aos seus destinos? Que vítimas inocentes também perecerão das suas loucuras?
E Armando Guebuza, presidente de Moçambique e do partido Frelimo, tal como Hitler, encetou um Blitzkrieg (guerra-relâmpago) contra a Renamo, o partido da oposição. Tal como Hitler, também será vencido, pois sonhar com essas coisas das guerras-relâmpagos cheira a Tribunal de Nuremberga, agora TPI.
Imaginem um país inundado pelo mar da corrupção com prémios de literatura e de jornalismo instituídos. Quem são os beneficiários destes prémios?

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

O NOSSO MADIBA





O nosso Madiba fará
Na próxima remodelação
Governamental que efectuará
Ficaremos sem Nação
Como órfãos ao deus-dará
Nas leis da exclusão
E de corruptos se edificaram
No novo reino que fundaram

O império português renasce
Outra vez o colonialismo
E o do chinês nasce
Na restauração do bolchevismo
A pilhagem legal renasce
Sem movimento do abolicionismo
Outra vez neste paraíso a sonharem
Com tanta riqueza para roubarem

A seguir estrangeiros governarão
Com e sem pastas ministeriais
Tugas em absoluto reinarão
Com as máfias chinesas marginais 
Nada ficará, tudo abocanharão
Excepto os donos dos palácios reais
Outra vez se vislumbra o anoitecer
Da perdida Pátria a desvanecer

Marciais cemitérios são as prisões
De população prisional superlotadas
Têm estatuto de isenção os tubarões
Os corruptos e as suas manadas
Temos 6.400 milionários vilões
E muitas populações esfomeadas
E uma multidão de bajuladores
Do erário público predadores

Até os corruptos falam de democracia
Esta Angola está mesmo na loucura
Chineses e portugueses a cleptocracia
Vivem principescamente na ditadura
São todos comunistas da razia
Vivem o curto prazo da aventura
Para nós nada, apenas o agonizar
Será que nos vão canibalizar?

Estamos com a democracia do fingir
O bem-estar do muito investimento
Investir na miséria para nos afligir
“Vão apanhar” eis o nosso alimento
Nós a descer e eles sempre a subir
Empurram-nos para o amotinamento
Aguardem, a vossa vida vai melhorar
A deles, a nossa está sempre a piorar






























































quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O PARAÍSO PERDIDO A OCIDENTE (01)





Prefácio

Après moi le déluge. Depois de mim o dilúvio.
Máxima egoísta, atribuída a Luís XV, rei de França, que previa a derrocada próxima da monarquia, mas esperava que esta ainda durasse pelo menos tanto quanto ele próprio. In Dicionário Lello)

Começo com uma simples pergunta: a democracia é um mal necessário?
Todos lutamos por melhores condições de vida.
Não é possível, viver, sobreviver numa sociedade sem solidariedade e sem educação. 
Quando jovens acreditamos, sonhamos que brandindo flores nos transporta para uma revolução e que após isso vemos, temos o caminho aberto definitivamente para a conquista da felicidade e de todos os nossos problemas resolvidos, um mundo de amor, de concórdia, de paz e onde todos os seres humanos se abraçam, se entendem e que jamais haverá guerras, uma sociedade perfeita sem miséria, com muita riqueza, com muita sabedoria, extrema alegria.
Os agitadores políticos tudo nos prometem que se o poder for derrubado, haverá riqueza para todos e nada nos faltará, como o prometido divino Maná.
E nós arriscamos, damos as nossas vidas para que possamos conquistar esse paraíso que nos cai de bandeja, mas depois verificamos com tristeza que onde há muita riqueza há a certeza da abundante pobreza.
E nas universidades começa a agitação estudantil que chega nas fábricas e o operariado impõe greves selvagens para que a economia se arruíne e o país desfeito caia nas mãos dos revolucionários.
E depois marchamos, de corpos trucidados ficamos na defesa de ideologias políticas que afinal nada nos contemplam, em nada nos sustentam. E que mais tarde essas ideologias políticas se transformam em corporações do mal e com o maior à-vontade incitam à guerra e assim destruam nações, povos, genuínas ideologias do mal.
E tudo aquilo que foi prometido, e pelo qual o povo lutou em vão, convencido, vencido, é assim a revolução.
E se a revolução não for votada pelo povo, jamais os revolucionários serão democráticos.
E porque os democratas vivem na miséria democrática? E aceitam-na como a panaceia de todas as virtudes? Sabendo que laboram no erro deixam-se arrastar para a morte lenta da fome vitoriosa que sempre desperta, triunfante os espera. E deixam-se embalar no som da morte como a coisa mais natural que possa existir, deixando-se roer pelos ratos, que sem forças para lutarem contra eles lá vão com a sua existência sem sentido, do viver para morrer na execução do pelotão de fuzilamento da democracia.
Quem perde a coragem de lutar, deixa-se escravizar, entrega-se ao poder que se diz democrata, e não é capaz de dizer, basta!
Este é o bem-estar que a revolução de Abril nos sorteou, nos aprisionou. Passados quarenta anos – e por quanto tempo mais? Porque a trama parece infindável numa revolução permanente, incoerente – as multidões de escravos seguem em filas indianas no trajecto da escravidão, sem solução que se aviste pois o seu periscópio nada consegue ver à superfície pois está cego, embaciado, totalmente opaco.
São tantos os desiludidos no cume das democracias mundiais que ninguém os pode contar.
Um cortejo fúnebre de desempregados cerca o mundo.
E também são tantos os terroristas mundiais que ninguém os consegue contar.
E a juventude cai outra vez - como uma menina que na sua candidez se entrega no aríete carnal do pedófilo – no engodo de mais alguns propagandistas que exigem que os sigam - que ao contrário dos déspotas esclarecidos, estes são democratas assumidos, corrompidos – e mais revoluções se semeiam, para mais um pequeno grupo de indivíduos dominarem a seu bel-prazer os destinos (?) dos navios naufragados.
Sim! As revoluções actuais são – como as catástrofes mundiais – um mal necessário.
E nas democracias consagradas como viver é um prazer, não há assaltos, não há roubos, não há despejos de idosos e crianças para o frio glacial das ruas.
Há sessenta anos que o meu comboio circula por revoluções, e a minha vida não se compõe, anda aos tropeções, a minha vida se descompõe.
E quando depois de uma revolução – quando antes o fornecimento de energia eléctrica e água funcionavam normalmente – os revolucionários não conseguem abastecer de água e energia eléctrica uma cidade, não estão lá a fazer absolutamente nada, porque quem não consegue garantir estas coisas não consegue garantir seja o que for. Porque sem isto não é possível realizar nada. É conversa balofa, de escroque.
E a África Negra continua a fiel, a fértil fábrica de escravos à disposição de quem lhes pague o menos possível, sem salários. É o baluarte seguro do nascimento de novos terroristas. Assim, no futuro teremos as democracias que deram origem ao terrorismo, na prática com as suas instituições obcecadas, com as suas populações mobilizadas e os seus recursos monetários utilizados para sobrevivência contra a luta dos povos marginalizados, abandonados. Porque considerados seres inferiores, servindo de pretexto para a mão-de-obra escrava, sem dispêndios financeiros, e daqui o incremento de milionários com populações esfomeadas, com tão rudimentares meios de sobrevivência inimagináveis, quando se previa que no planeta Terra todos seriamos felizes.
A hipocrisia destrói a cidade e a nação.
E depois dos anos 60 o mundo acabou.
Eis a aventura épica de um ser humano honesto que na ditadura salazarista vivia na pobreza, e que depois livre pelo 25 de Abril continua na constante luta para se libertar dos latifúndios bancários democráticos.
Esta é a história de um humilde e simples homem que acreditou na mudança, na abastança das várias revoluções que prometiam o bem-estar, democracia, liberdade, quando na realidade ano após ano os cortejos fúnebres carregam cadáveres como num extermínio da espécie humana, com prisões superlotadas e cemitérios insuficientes. Na realidade são os cemitérios das democracias cadavéricas.

Dat veniam corvis, vexat censura columbas. A censura poupa os corvos e persegue as pombas.
Verso de Juvenal (Sátiras, II, 63). Cita-se todas as vezes que são perseguidos os inocentes e se deixam impunes os culpados. (Dicionário Lello)

Gil Gonçalves

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Os decepados da manifestação do dia 23 de Novembro





Angola é como uma família muito rica, com pai, mãe e seis filhos que vivem na mesma casa. Os pais conseguiram arregimentar apenas para si a riqueza do vasto petróleo sem fim. Apenas dois dos seus filhos são contemplados com a divisão das riquezas, porque não dá para dividir com os outros porque senão as riquezas correm o risco de se dispersarem. Os outros quatro filhos vivem na pobreza sem entenderem o porquê que os pais os submetem ao abandono das receitas do petróleo. Contudo, os pais dizem-lhes que o lar sempre se pautou na educação democrática. Mas os quatro filhos depois de tanto penarem e reivindicarem os mesmos direitos que os outros dois filhos decidiram manifestarem-se. Criaram cartazes com dizeres insultuosos: 32 ANOS ABANDONADOS PELO PETRÓLEO É MAIS QUE MUITO TEMPO! E postaram-se em frente da casa. Os pais assim que se depararam com tal manifestação insultuosa chamaram todas as polícias, todos os exércitos e como se não bastasse também chamaram as abundantes milícias, que logo chegadas em tropel atiraram, caíram-lhes em cima como se fossem o rei Henrique VIII da Inglaterra (1547-1509), que disse na tomada de Bolonha: «Tenho canhões mais que suficientes para conquistar o inferno.» Dois dos irmãos não resistiram a tão desproporcional embate, até porque estavam desarmados – afinal cartazes de propaganda política são mais poderosos que canhões? – e caíram no campo de batalha para não mais se levantarem. Os outros dois irmãos foram raptados para local desconhecido. De certeza que estão nas sessões de tortura, desaparecerão do convívio dos vivos. Entretanto, alguns prelados, bajuladores, indivíduos imparciais, políticos dos canhões, toda a imprensa – sim, os pais são proprietários de toda a imprensa – estrangeiros, apoiam a mortandade da família, sob a alegação de que não têm o direito de se manifestarem porque isso é uma declaração de guerra num país há muitos anos em paz. Mas agora há o tremendo risco dos amigos dos filhos assassinados e a população se revoltem.
De seguida apresento textos coligidos no Facebook que ilustram o horror que ainda é uma simples manifestação em Luanda… e Angola.
“Brigada canina, brigada auto e cavalaria, assim como veículos blindados… raptaram e torturaram de maneira severa os manifestantes… forças helitransportadas… a perseguir e a raptar elementos… Enquanto isso, elementos de Polícia de Intervenção Rápida (PIR) efetuaram disparos para o ar para impedir o porta-voz da UNITA de  prestar declarações à imprensa estrangeira durante a manifestação… Sabe-se que a UNITA e a CASA-CE estão a preparar declarações sobre os acontecimentos ocorridos em Luanda e nas restantes províncias” Club-k.net
Ingombota Casa-ce
Por uma causa justa de toda nação angolana, a Casa-ce perdeu um dos seus membros o povo angolano perdeu um quadro a família perdeu um filho um irmão, um primo, um sobrinho, um tio, um neto, Ganga companheiro filho, irmão, tio, primo, os angolanos hoje choram a sua morte. Foste mais uma vítima da ditadura, nós que cá ficamos, iremos continuar a lutar para alcançar os objectivos da causa que te levou à morte. A democracia em Angola chegará o mais breve possível porque o povo já não quer ver os seus filhos a partirem.
Alexandre Neto Neto
Qual perímetro presidencial,qual quê?aquelas paredes do estádio dos coqueiros,na rua da TDA,aquelas paredes também estão cheias fé lixos de panfletos para festas e outras porcarias onde a finalidade é chungaria!?até mesmo ai naquele maldito coqueiro ou tal perímetro presidencial,assaltam,vendem drogas e outros lixos mais,e,nunca vi estes defensores da paz vermelha a dizer coisa alguma,mas é crime os assaltos que ai se passam as drogas que ai se comercializa. Meus srs.vocês que estão a fazer festa com a morte do jovem GANGA cuidado vocês estão a semear ódio! Eu até acredito que nem o PR esta contente com esta noticia ! E os mabecos vêm cá gritar isto é um estado de bonhonho democrático!
Edmar Felix
Policia é uma grande vergonha, estão bater uma senhora os seus filhos para dar cobertura em dois cidadão guinises por causa da corrupção isso é muito triste. Em Angola é de mas perdemos o valor ate cavar o buraco á agora é, chineses, eu nunca vi a polícia dar corrida num chineses zungueiro.
Se um angolano abrir uma cantina a polícia económica estará de cima baixo diante do angolano, mais se um maliano esta bem vontade. Passamos de dono para inquilino, passamos de nacional para estrangeiro. É lamentável.
Coque F. Mukuta
“4. Reafirmo a minha expressa condenação ao facto de permanentemente estes "lideres" usarem os jovens na linha da frente das suas atitudes de desobediência e promoção de confusão, com o argumento na Constituição, na Lei e na Democracia e eles ficam sempre aí nas calmas a repetir discursos demagógicos. Isto é mau, amigos!
5. A dimensão política da actuação destes (OBTER O PODER DO ESTADO À TODO CUSTO) tem que ser controlada, é antiga e parece ambição desmedida.– Luther Rescova Primeiro Sec da JMPLA.
Ana Margoso
Atenção pessoal aos perfis falsos criados por pessoas conhecidas, que não têm coragem de dizer as pessoas determinadas coisas então criam perfis falsos, para se esconderem e puderem destratar a-vontade as pessoas. Há um perfil de uma senhora que ameaçou de morte no sábado e é amiga de muito de vcs. Jurema Roddrigues, usa óculos é agente dos serviços de segurança, cujos treinos é capaz de me partir os ossos... Ha um José Márcio Marco que na pagina do Celso Malavoloneke com um ódio que nem água benta lhe salva... Bom dia. Olha, alguém pode me dizer que artigo na constituição se refere a aconselhamento policial
Agostinho Jonas Rob Santos
BALANÇO FINAL DA MANIF. Tendo passado 48h nem a UNITA nem POLICIA ninguém esclareceu nada. TENHO EM POSSE DADOS QUE INDICAM 304 Desaparecidos mas o CPPL confirmou me apenas 292 detidos e 41 feridos em todo país e 3 mortes. Agora encontro na sede do MINIT Pra me darem explicações sobre o resto.
João Stattmiller AMIGOS DO BLOCO DEMOCRÁTICO - ANGOLA
Se dúvidas houvessem o que se criou hoje foi a consciência clara e inequívoca que a democracia e o estado de direito em Angola não existem, a realidade é a tirania de uma ditadura que deve ser derrubada por todos os meios necessários. O que o MPLA legitimou hoje foi o seu derrube com recurso às mesmas armas com que sustenta o seu poder. É triste e trágico que assim seja pois isso é prenúncio de mais violência e sofrimento para um povo já demasiado martirizado.
Tirsoft Barros
Fui a casa de um amigo e encontrei os a ver tpa. fiquei chocado com o tratamento que deram ao falecido. Isto não se faz, fizeram menção que é um aviso para os jovens verem quem perde durante as manifestações, inventaram tantas barbaridades. Pelo menos mostrassem um pouco de respeito a vida. Tento imaginar a família do falecido a receber este esclarecimento por parte da policia, pode morrer mais um, isto pura brincadeira.
"Luanda é uma cidade em quase estado de sítio", acusou o líder do segundo maior partido da oposição, Abel Chivukuvuku
Emanuel Santos Soares (Benguela)
Estavam uns indivíduos junto à sede , mais concretamente junto a Gufrio, e chamou me bastante à atenção pois estavam com gorros do tipo "passa montanhas", com atitude que me pareceu um pouco intimidatória, nisto começa a chegar carros e carros da Policia, tudo armado, e quando olho para a frente da sede vejo algo no ar........(mais tarde ouvi dizer que tinha jogado uma pedrada à policia), a partir daí foi um festival de Tiros e mais Tiros.
Emanuel Santos Soares
Muitos Tiros, muita tensão em Benguela...agora mais calmo!!
Yara de Victória
Comentário da Editora Chefe da TV ZIMBO sobre a manifestação!!! A ELITE ANGOLANA A FALAR DE BOCA CHEIA!
Niki Menezes:" Qual ditadura???? Achas normal fazer confusão ao sabado???? Lololololol...sabado é dia de funji pah.....e olha so o sol..... aka.....chega ja....na assembleia....retiram-se.....e depois querem manifestar.....que se manifestem la dentro. Oposição faz-se nos lugares certos. Ainda se fosse a sociedade civil....com cartazes em frente a epal e a edel por causa da agua e da luz......"
Sendo uma manifestação pacífica nada justifica, nem as proibições anunciadas, alguns actos ou posições assumidas!
Sobre o que se passa em Angola e a manifestação "proibida" (está entre aspas porque constitucionalmente um Ministério não pode proibir manifestações, só os Governos Provinciais e dentro de um prazo limite após a informação da mesma) podem aceder Ana Margoso ou Julius Consules Gil Gonçalves (por acaso politicamente opostos) que vão acompanhando o que se passa no País! Vê-se nas fotos que ambos colocam que há muitos jovens a manifestarem-se, mesmo e apesar da citada proibição...
Ana Margoso
Finalmente CASA-CE e PRS confirmam presença na manifestação de sábado, 23. So falta o mais velho Lucas Ngonda. Mas também gostava de ver lá o meu amigo Ngola Kabangu.
Victor Hugo Plineo Ngongo
O Padre Apolonio Graciano nas vestes de activista político do MPLA, também confunde MANIFESTAÇÃO com GUERRA. É estranha essa confusão a ser feita por um homem esclarecido... Padre, nós preferimos nos manifestar sem a tua bênção porque ela não é santa, mas sim confusa!