quarta-feira, 2 de novembro de 2016

SEM LIDERANÇA NÃO HÁ RESISTÊNCIA E A FOME AVANÇA



República das torturas, das milícias e das demolições
Diário da cidade dos leilões de escravos

Ano 1 A.A.A. Ano do Apocalipse dos Angolanos.

Silêncio é desprezo.
Ao anunciar resposta violenta à manifestação da UNITA, prometida por Samakuva, pelo professor universitário de direito e deputado João Pinto, do M, um homem que antes falava muito mal do M e que agora procura a qualquer custo protagonismo para alcançar um alto lugar para grandes voos alçar, então proibir qualquer manifestação da oposição, excepto as do partido M, então estamos presidiários num campo de concentração nazi. Creio que há a intenção do nosso extermínio pelos métodos de Estaline. Mas há ou não graves irregularidades no registo eleitoral?! Pelo que se ouve aqui e ali há sim senhor. Partir milhares de casas e lançar populações para a miséria e fome, isso é que é subverter a ordem. O brutal e desumano aumento da recarga de telemóvel de 900 para 1.250.00 kwanzas também merece uma mega manifestação. Não podemos ser como porcos neste matadouro executados. O tratamento que é dado às pessoas diariamente se exaspera até fatalmente rebentar porque tudo tem limites, tem um fim. Colocar as pessoas na indigência e ter que se manter no silêncio de escravo, NÂO, NÂO, BASTA! Um governo da repressão e para a repressão, não, os tempos mudaram, estão sempre a mudar, e quem neles não quer entrar da democracia forçosamente tem que sair. Quer dizer que nós não temos direitos, o único direito que temos é a morte praticada por monstros. Como é possível neste caos económico e social onde empresas atrás de empresas a falirem ou a atirarem para o olho da rua desempregados, vão pagar o quê? Então como é possível um exército de desempregados pagar impostos, taxas e subidas anárquicas de preços que surgem tipo, última hora. Mas ser pirateados pela desgraça do piorio da extrema má governação, é só mesmo num campo de concentração nazi. Pelos vistos parece que a guerra ainda não acabou, recomeçou. Estão a arrasar-nos tudo incluindo a vida. 
No dizer de Maria Luísa Abrantes, os partidos políticos são tribalistas e todos parecidos: a propósito, alguém viu por aí o BD-Bloco Democrático? Hibernou? Desfaleceu, morreu, desmaiou? Paz à sua alma.
Do M nada há a dizer, aldraba-nos, passa o tempo a fazer-nos promessas que nunca cumpre. É o campeão mundial da corrupção e da hipocrisia.
A CASA aparece de vez em quando, lança umas bocas, o refrão, que depois das eleições tudo será resolvido. Usa uma política confusa, débil, não convence, parece a política dos políticos sem escrúpulos. Há vários anos que a UNITA promete fazer manifestações, mas depois desmarca-se. Garante que depois das eleições será o paraíso. Mas até lá os eleitores perecerão pela fome estalinista. Cito o mano Samakuva, que disse que pensava que as irregularidades do início do registo eleitoral se deviam à inexperiência dos jovens brigadistas. Fiquei estupefacto porque o mano Samakuva ainda desconhece (?) a metodologia de trabalho do M. Uma coisa é certa, pelos vistos o partido da fome vencerá as eleições, pois quando um partido gasta os seus recursos financeiros na defesa e segurança nada há a fazer, é tudo para f.o.d.e.r, e a oposição quixotesca se render. FNLA e PRS, de partidos só têm as siglas, nada mais havendo a acrescentar. Enfim, é uma trapalhada generalizada.
Se começassem pelos corruptos tinham o meu apoio incondicional, mas como não é o caso, nunca o será, discordo com todas as forças contra este moderno estalinismo. Por incrível que pareça, mas não o é, já em período eleitoral, porque a barbárie comanda, partem-se casas, espoliam-se os haveres das populações, mata-se impunemente, carrega-se a fundo no acelerador da destruição, da morte permanente. Quarenta e um anos depois selvaticamente serraram as tubagens da água por falta de pagamento. Porque é que não começaram logo após a independência? Porque diziam que no comunismo, numa república popular, o Estado é que paga. Nesta pátria estalinista onde se extermina pelo desemprego e logo pela fome que se lhe segue, como é possível exigir dinheiro aos que não o têm. Excepto os corruptos e seus comités de especialidade ninguém mais tem dinheiro. Tentei explicar que apenas por menos de dois anos que estou em falta devido à invasão dos estrangeiros patrocinada pelo M que saqueiam esta m.e.r.d.a. Roubaram-me o emprego, e que até um vizinho português do terceiro esquerdo é mula, está de viagem constantemente para Portugal carregar malas com dólares e decerto recebe os seus cinco por cento de comissão, ainda tentei explicar ao batalhão da Epal, oito funcionários e uma jovem para serrarem tubos de água?! Tão mal fizeram o serviço que no rés-do-chão deixaram água a pingar, a entrada do prédio está sempre alagada. Danificaram um contador e uma torneira por não saberem trabalhar. Pois, neste e nos próximos tempos vou agradecer intensamente ao M.
Oh! Como é horrível viver, saber que o dia de amanhã será igual ou pior ao de hoje. Certamente que será mais um dia de miséria e de fome.
A igreja não moraliza, desmoraliza.
Sem líderes, os famintos estão isentos de revolução, sacrificados pela fome não têm hipótese de resistência. Resta-lhes pois a gloriosa morte da fome.
Se a corrupção desaparecer as divisas vão aparecer.
Muito brevemente, isto é, finalmente o caos!
Rui Manuel Manuel: “é tudo verdade é uma dificuldade tremenda para tratar de qualquer assunto no BAI e BPC. Xana Gonçalves:  ...em qualquer Banco hoje em dia. Está feia a situação!!!  Renata Micaello Rodrigues: Eu no Atlântico, após 3 semanas sem cartões multicaixa, lá tive a sorte de ir a um balcão que tinha. Duas horas de espera e cartão na mão... Ufff... Maravilha. CONCLUSÃO: já passaram 3 semanas e o cartão não está ativo. RESPOSTA DO BANCO: tem de aguardar. Lol”