quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

A igreja da sagrada família do petróleo



 


A Igreja sepulcral só do petróleo
É dos santos e também do apolónio
Abençoada Igreja da corrupção
Que lava tudo o que é manifestação

E assim crescem os ateus apolónio
Está muito fácil seguir um demónio
A hipocrisia da santa Igreja milenar
É a riqueza do demónio a nos esganar

Jurou os pobres e os miseráveis servir
A falsidade demoníaca do ouro seguir
A origem dos males de uma nação
É a evangelizada e funesta corrupção

Já nesta Igreja ninguém pode confiar
Nela já não há ninguém honesto
Porque essa maldade é para contagiar
E seus sacerdotes ficarem de arresto

E o senhor dos exércitos ordenou
Estais todos condenados, sentenciou
E de Luanda/Angola nada sobrou
O senhor dos exércitos as arrasou

Governar por tal lei do senhor
É a superstição do terror impor
De mais uma religião de luto e dor
Do seu e outro poder do estertor

E nesta selva religiosa sem fim
Há quem goste de viver assim
Confiar nos sacerdotes amigos
É confiar nos piores inimigos

Ah! Esta Igreja do petróleo
Tão desgraçada pelo vil óleo
E dos seus vis ensinamentos
De preceitos tão virulentos

Nos altares os ossos dos santos
Choram os pedófilos cantos
Da pedofilia há muito enlutada
Da santa Igreja ainda não castrada

O inferno da Igreja está presente
Na vida e no coração do crente
Sim! O demónio está com a gente
E Deus sempre o eterno ausente

A Igreja das malas do dinheiro
Serve o petróleo por inteiro
Serve os santos de um só senhor
Dos preços do petróleo o penhor