quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

NA ROTA DOS ESCRAVOS




Porque é que a feitiçaria é a principal religião de Angola?
Mas, quem é que aniquila Luanda, Angola e os angolanos?
Quem tem medo do Minoritário?
Sobras nos contentores do lixo da exclusão social dos rendimentos petrolíferos.
Dizem-me para votar. Coloco o meu voto na urna da fraude da paz e da democracia, não sei em qual dos arquivos é que o meu voto se vai movimentar porque há dois sistemas, um é onde voto e o outro é onde não votei. Não sei se estão a ver.
Não se pode estar em nenhum local porque as motos de escape livre, autorizadas superiormente, imitam tiros de canhão dos seus escapes. Porque é que esta manifestação ilegal, diária, nocturna, se autoriza, se legaliza?
E com as máfias chineses já instaladas e em pleno funcionamento, Angola será a república das máfias chinesas? Porque é que não se ataca já o mal antes que seja tarde de mais? Quem é que está envolvido nisto a nível superior?
Quando os corruptos prometem que a nossa vida vai melhorar, o que na realidade eles querem dizer é que, a nossa corrupção vai piorar.
Com tantas fraudes, Angola não merece lugar de destaque no recorde Guiness?
Também tenho medo de sair de casa e ir a um banco, porque decerto lá chegado serei informado que está sem sistema.
Também sinto muito medo de apanhar um ataque cardíaco, ou um AVC – acidente vascular cerebral, só de pensar que tenho de ir à embaixada portuguesa tratar de um documento. Tenho que perder a noite numa bicha para conseguir uma senha. Aquilo não tem nada de embaixada, mais lógico será chamá-la de agência do ACNUR, ou a embaixada Americana na guerra do Vietname.
E também sinto o aumentar do horrível receio que é todos os dias o de viver há largas dezenas de anos sob um Poder antigo, maléfico. No terror de não saber quais serão as fraudes que hoje me contemplarão, me beneficiarão.
E sinto enorme “receio” quando se anunciam manifestações, porque o eleito dos eleitos enviará canhões e aviões para liquidar pessoas honestas e indefesas?
Fico sempre na defensiva quando batem na minha porta, porque não sei o que me espera, assaltantes ou a secreta política defensora da paz e da democracia?
Minhas senhoras e meus senhores!
Ninguém pode viver no país da paz e da democracia quando nele se praticam fraudes eleitorais consecutivas. A não ser que se altere o nome de Angola para: república das fraudes dos parvos de Angola.
E as fraudes das ilegais obras que os mandatários petrolíferos de Luanda que não constroem, porque tudo o que é corrupto não constrói, destrói. E depois apresentam como projectos válidos da boa governação. A corrupção invalida tudo o que é realização. Quantos metros de profundidade a corrupção da Nação já atingiu? Alguém o sabe dizer ou já o mediu?
E o nosso petróleo vai longe, e contudo a nossa miséria está-lhe tão próxima. O petróleo é a força motriz, a matéria-prima da corrupção.
Quando sempre os mesmos numa infinidade de tempo se apegam ao Poder porque onde há muito petróleo, o muito tempo fabrica corrupção e vê-se o que resta desta Nação: uma fraude, sem luta de libertação, sem democracia, sem independência.
A história de Angola não é a história de um homem e de um partido.
Não se torna oportuno o inicio da construção de outro mausoléu para o nosso segundo guia imortal da Nação?
E assim como há independências selvagens, também há fraudes eleitorais selvagens?
Porque um partido maioritário não necessita da intolerância para se afirmar como tal, e se o faz é porque é um partido minoritário.
Isto está tudo ao contrário. Então um partido faz fraude e unilateralmente proclamasse vencedor das eleições? E dizem os seus acólitos: “Quem ganhou, ganhou, quem perdeu deve esperar a sua oportunidade.” Ora, rigorosamente o Minoritário perdeu as eleições, como é que se apresenta como vencedor? E como perdedor deve esperar a sua oportunidade, não é?!
Eis alguns excertos do padre Virgílio da diocese do Lubango na Rádio Ecclesia, em 10 de Setembro: A informação é um grande poder. As eleições foram monopolizadas. A unilateralidade da informação. Enquanto a informação tender para um lado, a democracia está minada.
E Angola será por vontade de Deus uma república de prelados das igrejas da maiuia.
E a continuação das políticas retrógradas de formação profissional: A Rádio Ecclesia noticiou que em Malanje, num lar de órfãos, meninas órfãs beneficiam de um curso de corte e costura para conseguirem lugar no mercado laboral. Então, um curso de informática não será o indicado para o actual mercado laboral? As meninas com o curso de corte e costura vão cortar e costurar aonde, pois se a roupa, aliás como tudo, é toda importada? Hã?! Contribuir para o analfabetismo é promover a escravidão.
Porque é que as provas apresentadas da fraude eleitoral, a CNE garante que é má-fé, e a corrupção, um facto que não se pode esconder, não é má-fé?
E nesta República da soberana China de Angola, o povo chinês de Angola votou e a China chacinou as eleições. Nos próximos dias teremos um nono Governo, sempre com o mesmo chefe acompanhado também sempre pelos mesmos populares libertadores.
E a nossa (?) energia eléctrica e a nossa (?) água, já não são nossas, os chineses desviaram os cabos eléctricos e as condutas de água para a China, só assim se pode explicar o seu desaparecimento.
Os próximos dias, meses anunciam-se, esperam-se mais terríveis que nunca. Isto já ultrapassa, já não dá para explicar tanta parvoíce, tanto leninismo.
RLA – República de Luanda e Arredores
Como é possível que quem ganhou fraudulentamente as eleições, forme governo ilegal e que os vários analistas e outras mediocridades lhes exaltem a fraude, dela tomando partido como se o Poder fosse eleito democraticamente? Esta RLA vai continuar assim, sem cérebros?
E sem o fornecimento de energia eléctrica e água, a RLA aproxima-se solidamente das nações mais desenvolvidas. Deviam proibir o uso dos geradores porque matam as pessoas, e em sua substituição obrigar a utilização da energia solar. Mas como as empresas que vendem a morte são deles, o amontoar de cadáveres continuará impune.
Como é que o dono do petróleo, o povo angolano, vive em tendas e os ilegais permanentes vivem em palácios?
A água e a luz vão para as torres, para todas as construções deles. Para nós, nada. É uma tosca mentira, igual às demais do Invencível Minoritário, porque nós já de antemão sabemos que a luz e a água são para eles, os mentirosos corruptos. E impressiona como estes tipos ainda permanecem no Poder. E também não deixa de ser curiosa a grotesca imitação que fazem do camarada de armas Assad da Síria.
O Minoritário onde está deixa a população na desolação. Tudo lhe é permitido, e ao povo tudo proibido. São como as brigadas de cavalos sem freios nos dentes. Porque é que nenhum membro da família Minoritário não é preso? Motivos não faltam, é o que mais abundam.
Nem sequer têm a mais leve noção do que é um país. A ignorância é de tal magnitude que também não têm a noção do que é a economia de um país.
O nível de destruição é tão elevado que nada mais lhes resta para destruir.
Limitam-se a recolher as receitas petrolíferas, isto sim, é para eles o que se chama país, a Angola deles. E as igrejas da maiuia estão com eles e não se fartam de armazenarem barris de petróleo. Sem água e sem luz
Será que o Minoritário é um feiticeiro?
O Invencível Minoritário urdiu um plano diabólico para nos aniquilar? Que mais dele se pode esperar?
E os chineses devidamente autorizados pelas hordas superiores, ao conduzirem desencartados viaturas, provocam inúmeros acidentes e outras destruições. Quando confrontados pelos mwangolés limitam-se a frasear: «Kopelipa! Kopelipa!» é claro que são devidamente surrados.
O Minoritário não é um partido político, é uma morgue?