quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Remar contra a maré da inteligência




Há pessoas que têm, nascem com os cérebros, com os neurónios desligados, e tentam o possível para alcandorarem-se nos mais altos cumes da inteligência, mas por mais que tentem não o conseguem, apenas atingem o impossível. E continuam a remar contra a maré da inteligência, pois esta por mais esforços que estas sereias da ambiguidade façam, os seus cérebros mais se degradam até atingirem o limite fatal. E eles não se apercebem disso, coitados, e continuam a arrastar incautos para as suas causas. São como submarinos que vão muito para alem da profundidade suportável, e explodem. E quando alguém ousa chamar-lhes a atenção, eles no lugar de agradecerem o reparo, ripostam com as armas da degradação moral, social, o veneno mais marcial, mortal. E é assim que se fundam e afundam sociedades.