terça-feira, 12 de março de 2013

FRASES CÉLEBRES. 12 de Março de 2013




Nada mudou… só as fardas.
Se não lês o que escreves, então não escrevas.
Na sua luta contra o povo, o vampiro poder levará a sua luta até às últimas consequências, isto é, um estrondoso desaire.
Figuras públicas e políticas que quando em contacto pessoal, são o abismo, o oposto do que defendem e apregoam em público: a democracia, a justiça, a honestidade, a liberdade, só balelas. Prelados que juram a pés-de-lebre levar o amor de Jesus Cristo às populações carentes, quando na verdade se abastecem na corrupção petrolífera. Governantes estrangeiros que juram que o Grande Governante nasceu para governar Angola, eterno. Como é possível que em Angola crianças nasçam escravas hereditárias?!

“No mundo actual, investe-se cinco vezes mais em medicamentos para a virilidade masculina e silicones para as mulheres do que na cura do Alzheimer. Daqui a alguns anos, teremos velhas de mamas grandes e velhos com pénis duro, mas nenhum se recordará para que servem” - Drauzio Varella, oncologista brasileiro, Prémio Nobel da Medicina

Do alto da montanha da miséria, saúdo os escritores, poetas e bajuladores servis do Poder, e os vigilantes do ódio. As vossas letras, nenhum dos milhões de miseráveis que formaram, as lê. São letras para consumo interno da propaganda leninista. Letras poluídas pelas praias do petróleo, onde em Cabinda nem os mangais escapam. Para onde vais Pátria poluída, por poluidores tão corroída, tão de morte ferida.
A “Democracia dos Tumultos” instala-se definitivamente na África. Quase nenhum país, ou todos?, não escapa ao descalabro democrático. Uma catástrofe futura a curto prazo tomará conta de África. África sem lideranças que fazem com que caia na hecatombe, sem remédio. África esvai-se nas contendas dos seus chefes políticos, os eleitos para sempre, que não largam o poder. E isso destrói a África a um monte de escombros espezinhados por uma gigantesca multidão de escravos.
Para quando se decreta o estado de emergência nacional, perante a tão declarada calamidade política, social e económica do partido, um Pouco de Paciência e Compreensão? Para cada povo o seu ditador, e para cada petróleo o seu libertador.
E daqui felicito o nosso “Jornal do Ruanda” e seus seguidores, as TPAs, as rádios, e demais órgãos do ódio, pelo excelente trabalho realizado na propagação da divisão nacional. Onde há mau jornalismo, há bom desempenho na corrupção.
Governar é uma aventura, não é por acaso que no poder estão muitos aventureiros.
Quando o Poder se entrega de bandeja, o desastre pressente-se. Este governo jaz adormecido sobre um vulcão de petróleo.
Entretanto está em curso mais uma campanha para admissão de novos bajuladores. O número de vagas é ilimitado. Seja um angolano de sucesso, faça já a sua inscrição nas mesas de voto da bajulação.
Isto não é uma nação é um quintalão.
E na inscrição tumular lia-se perfeitamente: AQUI JAZ (1975-2013), o mais incompetente governo jamais visto sob a face da Terra.
Está mais que provado que o melhor rendimento, lucros rápidos garantidos, é o investimento na miséria. Milhões de angolanos investiram todas as suas poupanças na miséria, e ei-los felicíssimos. Por isso mesmo, a divisa nacional de Angola é: em cada lar a sua miséria.
Este Poder acaba de ser galardoado com o prémio da mentira. Aliás merece-o muito bem, pois que se saiba nunca ninguém mentiu tanto em tão pouco tempo, quase quarenta anos. A mentira é a alavanca do futuro promissor de um país. Que o digam as populações.
Mas nem tudo está assim tão mau. Aliás o nosso Governo, como lhe é característico, já idealizou um programa onde nele se compromete que até ao ano de 3049, em especial a miséria, a corrupção e as fraudes eleitorais estarão devidamente sanados.
Em Angola só te restam duas saídas: ou és corrupto e bajulador, ou então morres à fome.
Os inúteis continuam no arcaico submarino da governação. E como não lhe fazem alternância, levam-no ao fundo com a população. Que fim inglório para tão péssimos submarinistas. Governar é submergir no trágico submarino sem lastro. Um submarino tão imprestável que arrasta tudo e todos para as profundezas dos monstros abissais.
Angola já é um monumento ao neocolonialismo.
Entre fraudulentos e honestos não é possível o entendimento.
Onde não há lei, os aventureiros e criminosos instalam-se e impõem a lei de Lynch. Para mim constitui uma invulgar surpresa. Antes, há algumas dezenas de anos já esgotadas, os portugueses fugiram de Angola numa situação angustiante, pretendia-se acabar com qualquer resquício da civilização ocidental, ficaram alguns aventureiros a ver o que é que isto iria dar. Hoje, os portugueses, mercê de acordos secretos de cooperação retornam e invadem Angola em força. Agora, os portugueses são todos angolanos? Não será melhor alterar a designação de República de Portugal para, República Angolana do Ocidente?
Um escritor que serve, e se serve, da ditadura, é um escritor ou um ditador?
Se não estudares muito serás sempre um vulgar neocolonizado.
Acho que o futebol é a substituição dos torneios de cavalaria da Idade Média, e que antes era os gladiadores no circo romano.
Ó espoliados de Cabinda ao Cunene, do alto destas plataformas petrolíferas, quarenta anos de fraudes vos jorram.
E assim se atingiu o clímax do poder de sua excelsa graça: um contra todos e todos contra um. E uma só pessoa destrói uma nação. E ao abandono do mwangolé, só resta o desabar dos prédios e da ditadura. E onde há ditadura nada nela perdura, é uma constante sepultura. E o nosso pai e rei da nação instituiu a corrupção, e todo o seu séquito nela lá vão. E quem luta contra um povo, é como lutar contra a morte, pois nestas contendas não existem vencedores, só vencidos.
E nas contas bancárias fraudulentas está a continuação da nossa corrupção. E sem lei e sem ordem, claro, nada a desordem.
Torna-se impossível conceber que três partidos políticos, CASA-CE, UNITA e PRS, entregaram as suas reclamações de factos irrefutáveis, como por exemplo, a campanha eleitoral nos órgãos estatais e outros privados, mas pertencentes ao regime, igrejas da maiuia e seus prelados na CNE, consideraram as reclamações de má-fé. É como por exemplo, dirigir-me ao meu banco onde tenho uma conta - que não tenho, a miséria assola-me - bancária, detecto-lhe anomalias, movimentos estranhos, e o gerente peremptoriamente dizer-me que estou a usar de má-fé e que os movimentos na minha conta estão correctos, quando na verdade estamos na presença de uma fraude bancária.
Defraudam-se milhões de eleitores e fica tudo normal, sem problemas. Cinco anos a governarem na fraude e corrupção sem que haja ninguém que diga não? Não é, não será possível.
«Quando exploras demais um abismo, o abismo também te explorará». Friedrich Nietzsche.
E termino com uma prédica de Noé Nhamtumbo. Canalmoz
Enquanto as mortes não forem de nacionais franceses ou portugueses está claro que não veremos alteração daquilo que se convencionou chamar de política externa dos países. Enquanto não houver raptos de portugueses em Maputo não veremos cooperação estratégica entre a Polícia Judiciária portuguesa e a PRM moçambicana.
“Não é possível cavalgar dois cavalos ao mesmo tempo”. Colocar África e cada um de seus países longe dos conflitos com motivação étnica, de guerras pelos recursos, do petróleo de sangue e dos diamantes de sangue. Para com a estratégia camuflada de saque dos recursos minerais africanos, da desestabilização política com motivação económica requer posicionamentos completamente diferentes dos actuais por parte dos governos de África…