segunda-feira, 27 de outubro de 2014

SOS ONU. O TERROR GOVERNA LUANDA





E os chineses, jovens mataram
Em cobertores os enrolaram
E sem cerimónias os enterraram
Da CIFIC que os lordes contrataram

Quanto mais tempo se adiar
Mais as coisas se vão complicar
E os limões estão a faltar
Para que os tugas possam exportar

Os caminhos dos portugueses
Em Angola são muito perigosos 
Como a bela cerveja dos chineses
Todos caminham escabrosos

E a gangue chinesa e portuguesa
Prossegue a sua criminosa actividade
O crime chinês já é uma certeza
O crime português já é uma verdade

Se os chineses matassem brancos
Mas não, só matam mwangolés
São como o sem sistema dos bancos
Que serão todos corridos a pontapés

Na realidade quem governa Angola
São os chineses e os portugueses
O resto é uma bandeira e uma bola
Um palácio, hino e outros reveses

O regime não sabe o que faz
Quer a todo o custo o poder
Sem rádios e TVs não há paz
E por isso ninguém sabe ler

Pode-se errar uma vez
Despejos sem lei é terrorismo
Errar sempre é estupidez
Viver ao relento é neocolonialismo

Este vulcão sempre em actividade
Onde a revolta não é novidade
A repressão é um cinto de castidade
Na desgraça do petróleo sem piedade

É a subjugação da inércia mental
Entregues à bicharada oriental
E à hipocrisia do paradigma ocidental
Mais que isto nada há infernal

No Estado angolano do sofrimento
O Hospital do Prenda recusa assistência
A manifestantes sem atendimento
Por motivos políticos, que indecência