terça-feira, 10 de julho de 2012

AS CINCO MAGNÍFICAS (02) Contém cenas eventualmente chocantes



E entrou. Meu Deus! Era uma negra de extraordinária beleza como nunca vi. A sua idade andava aí pelos vinte e cinco anos. Ostentava um penteado tradicional, que lhe emoldurava perfeitamente o rosto. A cor à volta dos olhos parecia pintada. Os lábios estavam cheios de batom lilás, que realçava a sua sensualidade. As unhas das mãos e dos pés estavam cheias de azul. Tinha nos pés sapatos de salto alto. A cobrir-lhe o corpo um soutien, que não conseguia esconder os seios fartos. Metade dos mamilos estava à vista. A cobrir o sexo, apenas um reduzido pedaço de tecido. Os relâmpagos continuavam, incidiam sobre o seu corpo que parecia carregado de electricidade. Com o rosto tenso, George fixa os seus olhos nela. Pergunta-lhe:
- Deusa da noite… caíste do céu com a chuva?
- Oh! George não sei!
- Filha de Neptuno que saíste da profundeza do mar. Que me trazes mais tempestades. A tua beleza é igual ao teu olhar
Acho que o conhaque estava a inspirar o inglês. Fiquei surpreso com a sua inspiração. Ela pareceu que não entendeu e perguntou:
- George, o que é isso de filha de Neptuno?
- Sheet! Não sei.
- George empresta-me um isqueiro para acender as velas. Tive um curto-circuito em casa devido às infiltrações da água. Devido a isso o gerador deixou de trabalhar.
- Podes levar este. Não precisas de mo devolver porque tenho mais.
- George, muito obrigada. És um amor, mereces um beijo.
Ela queria beijar os lábios dele, mas George não permitiu. Beijou-o na face. Saiu lamentando-se:
- George, sabes que me sinto muito só. Estou sempre à tua espera. Porque não me visitas?
Depois dela sair, George desabafa:
- A vida delas é andarem à caça de estrangeiros.
- Quem é ela?
- Oh! É uma vizinha aí das traseiras.
- George, não gostas de chocolate?
- Não. Estou enjoado.
- Porquê?
- Não quero mais nada com negras. Estou farto de aturá-las. São muito falsas. Limitam-se apenas a destruírem a vida das pessoas. Simplesmente horríveis.
- O que é que elas te fizeram?
- Já te vou explicar.
George pegou na garrafa de conhaque. Despejou um pouco nos nossos copos. A chuva continuava a cair mas com menos intensidade. Parecia que seria assim toda a noite. A luz de um relâmpago iluminou o seu rosto, como a prepará-lo para uma grande revelação.

CAPÍTULO II
JULIANA

- Conheci a Juliana numa festa de aniversário da empresa. Era da família do Virgílio. Alta e magra com cerca de trinta anos. Vestia calças, casaco e calçava sapatos, tudo de cor branca. Uma camisola transparente mostrava a nudez dos seios pequenos, erectos, com os mamilos salientes que pareciam querer furar o tecido. Virgílio apresenta-ma:
- Juliana é o George, o nosso engenheiro das comunicações.
- Boa noite. Muito encantada por o conhecer.
- É de Luanda? – Perguntei-lhe.
- Não. Sou do Golungo Alto. Vim para Luanda por causa da guerra.
- O que é que faz?
- Sou secretária numa empresa estatal de construção civil.
Pedi-lhe se queria dançar um pouco. Aceitou e tirou o casaco. Os seios surgiram na sua plenitude. Como a música era muito ritmada, desciam e subiam, mostrando a sua sensualidade. Arrisquei e disse-lhe:
- Os seus seios são muito bonitos.
- Gostas? São apetecíveis?
- Sim. Nunca comi desse chocolate.
- Depois falaremos sobre isso.
Disse-lhe que me ia embora, porque não suporto perder noites. Pediu-me para a levar a casa. Pelo caminho perguntou-me se era casado. Disse-lhe que não. Notei-lhe um sorriso estranho:
- Vives sozinho?
- Sim.
- George leva-me a tua casa. Quero conhecê-la.
Chegámos. Perguntou-me se tinha cerveja. Disse-lhe que sim. Abriu o frigorífico e tirou duas. Bebeu muito depressa. Em seguida acabou com a outra. Foi buscar mais. Pergunta-me:
- Não bebes? A tua casa é muito bonita. Não te sentes só? Acho que precisas de uma mulher.
Acabou rápido com a outra cerveja. Tirou o casaco e a camisola. Os seus seios nus eram demasiado convidativos. Foi à cozinha e trouxe açúcar. Encheu os mamilos com ele. Depois encostou-os aos meus lábios e pediu-me:
- Filho chupa-os bem. Adoro que me chupem as mamas. Isso excita-me muito.
Encostou os mamilos, um junto ao outro, para que os pudesse chupar ao mesmo tempo. Gemia e contorcia-se, largou uma das mãos para acariciar o meu cabelo, enquanto dizia:
- Ai! Meu filho, que bem sabes chupar a tua mamã.
Abriu as minhas calças e retirou o pénis. Colocou-lhe um pouco de açúcar. Enfiou-o na sua boca e com movimentos rápidos masturbou-me. Já não aguentava mais. Enchi-lhe a boca de esperma. Limpou o resto com os seus lábios. Depois senti sono e adormeci.
Acordei de manhã a ouvir o som de água a correr. Ela estava a tomar banho. Abriu a porta, aproximou-se, e com a toalha acabou de secar os seios, depois a vagina. Perguntou-me a sorrir:
- George, queres tomar o pequeno-almoço?
- Quero.
- Vou-te servi-lo na cama.
Massajou-me o pénis. Depois passou demoradamente a língua sobre a glande. Deitou-se e abriu as pernas. Sussurrou:
- Meu amor o pequeno-almoço está aqui. Queira servir-se por favor.
Com a sua ajuda mergulhei o pénis na vagina. Senti o quente das suas entranhas. Acompanhava o meu ritmo como se estivesse a dançar. Senti que estava a chegar ao fim. O líquido saiu do meu pénis com uma forte pressão. Levantámo-nos, ela começou a vestir-se. Depois de acabar deu-me um beijo e despediu-se:
- Logo ao anoitecer estarei aqui. Hoje tiveste dois pequenos-almoços. Um já to servi, o outro está na cozinha.
À noite Juliana apareceu. Perguntou-me como me tinha corrido o dia, e foi para a cozinha preparar o jantar. Depois de comermos sentámo-nos e liguei a televisão. Passou um braço por cima dos meus ombros e encostou o seu corpo ao meu. Ficou assim durante uns momentos. Depois mudou de posição. Deitou-se nas minhas pernas com a cabeça em cima do meu pénis. Uma das mãos acariciava-o. Não demorou muito que este ficasse erecto. A sua boca começou a trabalhar. Parou para se despir. Mostrou-me o traseiro:
- Querido, gostas do meu traseiro? Dá-te tesão?
- Sim.
- Queres no rabinho?
Ofereceu-me o seu ânus. Os movimentos de vai e vem do meu pénis eram acompanhados pelas suas nádegas. Implorou-me:
- Querido mexe-me nas mamas.
O gozo que sentia era o máximo. Nunca tinha experimentado tal. Suspirei e descarreguei tudo o que estava armazenado no meu sexo.
Imagem: A beleza e sensualidade da mulher negra quilombola esteve presente na ...
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